© 2015 by Leca Araujo 

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Em 2001 alguns importantes jornais do mundo falavam da “síndrome do excesso de informação” como o mal do século, tomando como base o fato de haver 1,5 bilhão de gigabytes em informação impressa, filme ou arquivos magnéticos; 100 emissoras de TV no ar e 2 bilhões de páginas disponíveis na Internet. Tais números configuravam na época uma média de 250 megabytes de informação para cada homem, mulher e criança do planeta, gerando o típico sentimento de ansiedade e impotência. 

 

Hoje, 15 anos depois, temos mais de 550 emissoras de TV no ar e cerca de 140 bilhões de páginas disponíveis na internet. De acordo com os pesquisas feitas por uma empresa de tecnologia, a cada minuto ocorrem 1.736.111 curtidas no Instagram, 4.166.667 likes no Facebook, 77.160 horas de video no Netflix, 347.222 tweets no twitter… e o mundo segue em coma.

 

Em um periodo em que a natureza clama por atenção, com aproximadamente 500 jardins botânicos no mundo, estima-se que o ser humano gaste em média 490 minutos (mais de 8hs) por dia com algum tipo de media.

 

A série  “Les Jardins” traz uma reflexão sobre o consumo diário de informação versus o “consumo” diário de inspiração, respiração.

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